SBP prestigia festa de Eduarda Streb

Duda 2A noite desta terça-feira (23/2) foi de comemoração dupla para Eduarda Streb. A jornalista recebeu convidados no Rosário Resto Lounge em festa que celebrou, além do aniversário de 43 anos, o lançamento do site que marca a transformação de sua trajetória profissional.

“Depois de 20 anos na tevê, entrando na casa das pessoas todos os dias, eu achei que precisava continuar uma relação com o meu público” – explica Duda.

Duda Streb seguirá sua trajetória profissional de sucesso, a partir de agora prestando serviços de consultoria, assessoria de conteúdo, eventos e proferindo palestras.

A Sociedade Brasileira de Palestrantes esteve presente prestigiando o evento representada pelo seu Diretor de Marketing Carlos Prusch.

Fotos: Dionathan Santos

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ARTIGO: Um instante, uma palavra

[16-02-2016]

TOM COELHO – É educador, palestrante em gestão de pessoas e negócios, escritor e Membro da Sociedade Brasileira de Palestrantes. E-mail: tomcoelho@tomcoelho.com.br. Site: www.tomcoelho.com.br.

 

 “Nem todas as conversas irão mudar sua vida,

mas qualquer uma delas poderá fazê-lo.”

(Liz Dolan)

 

 

Quando iniciei minha carreira como palestrante, nos idos de 2003, eu tinha duas crenças muito claras. A primeira, de que uma apresentação, por mais organizada, envolvente e cativante que fosse, não seria capaz de “mudar a vida” de um participante. Sensibilizar, influenciar e até entusiasmar, sim. Porém, promover uma mudança capaz de alterar o curso da história de alguém, parecia-me presunçoso demais.uminstante-01

A segunda crença dizia respeito à duração de uma atividade. Pensava eu que uma mensagem poderosa dependia do conjunto de seu conteúdo. Seria o todo, e não a parte, o que impactaria os presentes.

Ao longo dos anos, aprendi que estava duplamente equivocado…

Qualquer breve momento pode transformar radicalmente o destino de alguém. Tenho vivenciado isso no dia a dia, a cada diálogo, a cada reunião, seja com colegas, amigos, parceiros de negócios ou mesmo o público em geral. É como disse o antropólogo Roberto Crema: “Ninguém muda ninguém, ninguém muda sozinho, mas mudamos nos encontros”.

Uma vez ao ano tenho a honra e o prazer de desfrutar da companhia de um dos principais líderes empresariais do Brasil. Trata-se de alguém com quem convivi anos atrás no cenário institucional e com quem selei uma amizade autêntica e despretensiosa. Ensinou-me ele em nosso último encontro: “Na atual fase de minha vida, dou-me o privilégio de escolher com quem, quando e por quanto tempo irei dialogar”. É uma grande lição que nos dá a dimensão exata da importância das palavras e do uso do tempo.

Daí decorre também o êxito ou o fracasso no processo de comunicação, pois há uma sutil diferença entre ouvir, escutar e efetivamente entender o seu interlocutor. É tênue, porém ampla, a distinção entre olhar, ver e enxergar um objeto, imagem ou cena. Há pessoas que falam, mas nada dizem; ou que dizem, mas não são compreendidas.

Shakespeare pontuou assertivamente que “leva-se anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e você pode fazer ou dizer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida”. Por isso, sempre procuro alertar que é imprescindível tomar cuidado com as palavras desferidas, em especial nos momentos de irritação. Quando você diz algo que desagrada a alguém, pouca valia haverá em se desculpar posteriormente. Porque não importa o que você disse, mas o que ficou depois do que você disse. O que fica instala-se no peito, dentro do coração, tomando-o por sua morada e de lá não sai mais.

Hoje aprendi que em qualquer intervenção que eu faça, seja em uma palestra ou um treinamento, seja em uma reunião ou em diálogo conciso, basta uma fração de meu discurso para promover a reflexão em qualquer um dos presentes. E como cada pessoa é atingida de maneira diferente e em momentos específicos, é grande minha responsabilidade, pois a mensagem pode afetá-las positiva ou negativamente, influenciando suas decisões.

Assim, cuide com atenção e carinho de seus argumentos. E lembre-se de que em comunicação, mais do que a razão, é a emoção quem impera.

 

ARTIGO: A Recessão – Palestrante André Silva

[16-02-2016]

ANDRÉ SILVA – É palestrante motivacional e de vendas e Membro da Sociedade Brasileira de Palestrantes. E-mail:  andre@palestranteandresilva.com.br. Site: www.palestranteandresilva.com.br.

 

recessao

A recessão do mercado, aliada à pressão pelo atingimento das metas e à procura desesperada por novos clientes, estão fazendo do vendedor um verdadeiro predador, um sanguessuga que demonstra no olhar, nos gestos e na sua comunicação a necessidade de vender. Por outro lado, os clientes não aguentam mais esse tipo de abordagem, ficam desapontados, frustrados e tendem a fugir desses profissionais. Eles não atendem ao telefone, não respondem aos e-mails e a relação fica cada vez mais distante.

O mercado mudou, os clientes estão mais informados e com toda a tecnologia à sua disposição.  O grau de exigência aumentou, as opções são inúmeras e para você conquistar a preferência, é preciso mudar o método de vendas, a forma de abordagem e, principalmente, a maneira de se relacionar. Pensando nessa nova tendência de mercado, preparei um método com quatro passos práticos para criar valor antes de vender. Entenda!

1) Identifique seu público-alvo 

Não adianta atirar para todos os lados, isso vai desperdiçar a sua energia e queimar novas oportunidades de negócios. Pense nos seus clientes atuais e entenda o que você pode agregar para eles.

Exemplo: Encaminhe um artigo sobre os benefícios do seu produto, que mostre a utilidade que o que você vende tem no negócio do seu cliente. Com os clientes inativos, entre em contato e faça uma pesquisa sobre as maiores dificuldades que estão enfrentando e ajude-os a resolver sem cobrar. Para as propostas pendentes, crie e envie um e-book do principal produto da sua empresa, falando de vantagens e benefícios.

Consegue perceber quantas ações você pode fazer com o público certo? E tudo de uma forma direcionada, gerando valor e sem cobrar nada!

2) Entenda as necessidades, sonhos e medos dos clientes em potencial

O cliente está interessado em si, e não em você. Portanto, o que vale é o desejo de compra que ele tem – e não o que você pretende vender para ele. Lembre que o cliente sempre possui uma meta, algo para alcançar, um sonho.  Procure entender o que ele almeja e o ajude na solução. Depois disso, o solo estará fértil. Prepare perguntas que façam os clientes falarem das suas necessidades, anote tudo, demostre interesse e forneça a solução sem cobrar por ela.

3) Entregue um diamante sem cobrar

Sabe por que o diamante é tão precioso? Devido a sua escassez! Então, qual o diamante que você pode oferecer para os seus clientes? O seu conhecimento e suas próprias ideias. Isso é único, pois faz parte da sua experiência vivencial.

Exemplo: Se você é um fisioterapeuta, reúna todos os clientes da carteira e escreva dicas semanais de como melhorar a postura, formas para relaxar e dormir melhor ou o mais adequado alongamento antes de dormir. Sacou? Você vai criando percepção de valor na cabeça do cliente e quando ele voltar a sentir dor, a primeira pessoa que ele vai procurar será você.

4) Ofereça o produto quando estiver na esfera de valor percebido

Você identificou o seu cliente em potencial, aprofundou-se nas necessidades dele, ofereceu solução personalizada com e-book, brinde, podcast, artigos, sem cobrar nada e conquistou a confiança. Agora, chegou o momento de oferecer o seu produto/serviço. O cliente em potencial está pronto para escutar, prestar atenção nos detalhes da apresentação e, por consequência, aprovar a sua proposta. Nesse momento, fale com sutileza, não demostre ansiedade, venda sem vender, provoque o desejo de compra e fique atento para os sinais que mostram que ele está pronto para fechar. Está chegando o momento de você ganhar a sua grande medalha e conquistar mais um fã para a sua carteira de clientes.

Agora você tem um método, uma maneira objetiva e inovadora que vai mexer na cabeça do cliente e enlouquecer a concorrência. Essa forma diferenciada de abordagem lhe coloca na contramão de todo o mercado. Ao
agir dessa forma, você será visto como um doador, um gerador de soluções, e seus clientes se tornarão fãs leais e ótimos pagadores. O sucesso está em suas mãos! Acredite na ideia, aplique, colha os resultados e suba no pódio para receber a medalha de ouro.

 

ARTIGO: A missão do palestrante

[27-01-2016]

CARLOS PRUSCH – Administrador, especialista em Marketing e Gestão Comercial e também Membro e Diretor de MKT da Sociedade Brasileira de Palestrantes.

 

Business Convention Question and Answer

Embora o Brasil tenha um mercado tremendamente promissor nesta área, proferir palestras de forma profissional não é tão simples como gostaríamos que fosse. Falar em publico provoca nos seres humanos o maior de todos os medos superando até mesmo o medo da morte. Contudo, mesmo num mercado crescente, como em qualquer outra profissão, para se tornar bem sucedido neste ramo é necessário preparação, um bom plano, foco e muito treinamento.

Atualmente, para “laçar” plateias e conectá-las a um contexto, o palestrante necessita muito mais do que transmitir uma mensagem estruturada, de um conteúdo relevante e de uma comunicação eficaz. Para fazer com que as pessoas realmente evoluam e se transformem no auditório, o palestrante precisa demonstrar autenticidade atraindo e inspirando o público com magnetismo.

Mas qual é a missão do palestrante na atualidade?

De modo geral, a missão do palestrante nos dias de hoje é transformar e inspirar as pessoas fazendo com que elas evoluam. Munidos de técnicas e habilidades de comunicação, os palestrantes atualizados tem o papel de levar desenvolvimento humano e organizacional a indivíduos e corporações. O alinhamento com as áreas de recursos humanos nas empresas é imprescindível. Esse papel evoluiu muito ao compararmos com a época do surgimento da retórica na Grécia antiga. Naquele tempo se usava a arte de falar bem, a dialética e a lógica, muito mais como estratégia de argumentação para persuadir audiências nos fóruns políticos, do que para o bem comum. A missão dos palestrantes na era atual é definitivamente tocar o coração das pessoas. Lembre-se que para tocar o coração das pessoas sua palestra não precisa ter somente um foco motivacional. O importante é como você transmite sua mensagem.

As palavras de ordem para os palestrantes do futuro são: AUTENTICIDADE e MAGNETISMO. Ser autêntico é ser exatamente aquilo que você é. Você não deve tentar passar uma falsa imagem a seu respeito. O que você deve buscar é o “polimento”. Provocar ondas magnéticas em cena corresponde a contagiar a plateia com seu entusiasmo e brilho nos olhos a ponto de propagar o efeito de transformação nas pessoas. Naturalmente que para desenvolver essas duas virtudes o profissional precisa ser um bom palestrante.

“A única maneira de fazer um bom trabalho é amando o que você faz. Se ainda não encontrou isso, continue procurando. Não se acomode. Como tudo que diz respeito ao coração, você vai saber quando encontrar” Steve Jobs – in memoriam.

E o que é preciso para se tornar um bom palestrante?

Em primeiro lugar é necessário refletir. A preparação engloba muitas coisas. Uma delas é dar um passo atrás e identificar se realmente lhe é prazeroso compartilhar seus conhecimentos e se estará feliz desempenhando este papel. Em segundo lugar faça uma autoanálise sobre sua qualificação permitindo um olhar crítico em direção a sua formação, expertise e experiência de vida. Por último é preciso concluir que está indo no caminho certo. Nomeio este desfecho como compreender a “mensagem sublime” que define sua maturidade para desempenhar uma boa performance no palco. Em outras palavras a mensagem sublime engloba a perspicácia no desenvolvimento do conteúdo de sua palestra (produto) e também a sua capacidade de transmitir um recado marcante. Essa última etapa da preparação significa aperfeiçoar suas competências, aprimorar seu produto com afinco e dedicação, e finalmente, estar apto e capaz de afetar e influenciar a plateia.

E o plano?

Um bom planejamento é fundamental para se desenvolver nesta área e o melhor caminho é pesquisar o que o mercado oferece. Para se tornar um palestrante bem conceituado não basta apenas ter o “dom da palavra”. Esse é um fator que pode ser desenvolvido ao longo do tempo. É necessário mais do que facilidade de comunicação para se destacar entre tantos bons profissionais. Responda para você mesmo as seguintes perguntas:

Estou fazendo o meu dever de casa, ou seja, tenho me aprimorado e me desenvolvido para estar capacitado nesta área? Os meus produtos (palestras) estão “redondos” e completamente afinados? Onde pretendo chegar como palestrante?

Não deixe o plano para depois. O planejamento sempre vem antes. Dedique algum tempo para escrever seus planos e tenha clareza sobre eles.

Firme no foco e no treinamento

Esses dois itens andam juntos. O foco e o treinamento nesta área são fatores chave de sucesso. Certamente você elegeu e elencou prioridades no seu planejamento.  Manter o foco no que você pretende alcançar aumenta suas chances de acerto. Treinar é a repetição necessária para adquirir êxito e conquistar bons resultados no seu dia a dia. Através da disciplina em treinar e reciclar nossos pensamentos é que adquirimos aptidão para fazer apresentações extraordinárias. Nesta etapa é preciso suar a camisa!

Então, você já se considera um bom palestrante? Ótimo!  Parabéns!  Continue se desenvolvendo, seja autêntico e contagie as pessoas.

Vá em frente! Transforme e eleve o seu público na plenitude da sua missão e se precisar de ajuda procure a Sociedade Brasileira de Palestrantes. Ela estará pronta para ajuda-lo!

 

ARTIGO: 7 truques fáceis de implementar para melhorar a sua capacidade de se comunicar bem.

[20-01-2016]

discurso

Steve Jobs, Al Gore, Martin Luther King, Sócrates, Górgias. O que essas personalidades têm em comum? São todos ótimos oradores. Tão bons que, além de transmitir uma ideia, tinham também o poder de engajar e emocionar o público, influenciando o curso da história, através da influência que exerceram sobre as pessoas das suas épocas.

Você sabe transmitir uma mensagem com eficiência na sua apresentação? E engajar a plateia, compartilhando emoções? Essa parte é mais difícil. Precisamos entender, antes de tudo, o que é eloquência: a arte de convencer através das palavras. O que isso quer dizer? Para você convencer alguém, é necessário engajamento. Ninguém se convence apenas com informação. Somar à ela uma dose de emoção faz toda a diferença. É sobre o que você diz e principalmente como você diz. Aqui estão 7 truques simples que são fáceis de implementar para melhorar a sua capacidade de se comunicar bem.

 

1 . Seja intencional

Comunicação é uma ação; requer esforço significativo, intencional. Antes de comunicar, é necessário pensar no objetivo e no caminho daquela comunicação. Onde eu quero chegar com ela. A diferença entre oradores talentosos e simples enroladores passa pelo tempo e esforço investidos na preparação da apresentação e nas habilidades que eles têm à disposição. O resto das dicas neste artigo são algumas habilidades para você adicionar ao seu repertório, mas a base da intenção e objetivo deve estar lá para essas habilidades terem efeito.

2 . Fale com autoridade

Quando você fala, fale com autoridade. Cuidado para não soar inseguro ou retido. Quando você está fazendo uma declaração, não soe como se você estivesse perguntando. Sempre tenha uma opinião. Tome cuidado com frases como “eu acho que”, “na minha opinião”, “eu posso estar errado”, “se eu estiver errado, me corrijam”, etc. Elas empregam um tom dúbio na sua apresentação e te distanciam do convencimento.

3 . Compartilhe

Compartilhe pensamentos. Para ser eloquente, você não precisa ser um super-homem, na verdade, não deve. Porque se você se coloca como infalível, perfeito, se distancia demais do público. Será admirado, mas não vai criar conexão. Aproxime-se das audiências com o objetivo de aprendizagem, e não com o desejo de dizer aos outros o que você conhece, e como você é melhor que o restante.

4 . Seja eficiente

Um grande comunicador não fala com frequência, ele fala bem. Faça com que as suas palavras importem. Não tenha muito discurso. Fale o mínimo para alcançar o seu objetivo e descarte o que não importa. Não enrole. Escolha seus argumentos com sabedoria, pensando no seu público-alvo. Boa comunicação não é uma reação, é uma ação intencional. Deixe tudo estruturado antes de pisar no palco.

5 . Eliminar o “um”

A comunicação não natural para as pessoas. Desde pequenos, temos que ser ensinados a como se comunicar. Cuidado com as ressonâncias: hums e hãs, manter as cordas vocais vibrando conota despreparo. O silêncio é muito importante para dar as pausas certas no seu conteúdo, além de dar à audiência um espaço para assimilar o que você disse.

6 . Adeque ao público-alvo

Você conhece grandes palavras? Ótimo. Mas dificilmente elas serão usadas na sua apresentação. Para saber o tom de inteligência que você deve colocar na sua apresentação, pense no público-alvo que quer atingir. O que funciona para eles? Ter um vocabulário extenso é uma das maneiras mais fáceis de soar inteligente e eloquente, ou pretensioso e arrogante. Tudo depende do público. Por isso, o truque é conhecer o seu público e ajustar o seu vocabulário em conformidade.

7 . Não-verbal

Preste atenção na sua linguagem corporal. Saiba que apenas de 10 a 15% de sua comunicação é verbal (palavras), e entre 85 e 90% é não-verbal, e isso tem muito a ver com a linguagem corporal. Como você se posiciona, seus gestos, expressões faciais, quão rapidamente ou lentamente você fala, o tom de sua voz, quando e onde você se move ao redor, todos esses pontos se comunicam significativamente mais para o seu público do que simplesmente suas palavras. Em resumo, o seu não-verbal deve estar adequado ao verbal.

 

Fonte: Monkey Business